sexta-feira, 30 de maio de 2008

Sobre o segundo encontro...

No nosso segundo encontro (16 de maio), cada um teve a oportunidade de olhar para si mesmo, dando atenção aos diferentes (e muito pessoais) modos de viver a sexualidade, tanto no âmbito etéreo das idéias e das memórias quanto no âmbito muito concreto do corpo.

Pudemos também aprofundar um pouco a discussão sobre a construção histórica e cultural da nossa experiência, além de ampliar nossos horizontes através dos instrumentos da tecnologia educacional que estão à nossa disposição.

A apresentação em PowerPoint sobre o aprendizado da sexualidade já está disponível no nosso site, na seção "Relatos da Formação" (Encontro 2).

Se você quiser fazer algum comentário sobre esse encontro, sinta-se à vontade. Estamos, como sempre, à sua disposição neste blog e no e-mail do Debate Aberto.

terça-feira, 27 de maio de 2008

(3) Além disso...

As mulheres também podem se sentir heroínas no sofrimento e na dedicação total aos homens. Ouça "Mulheres de Atenas", de Chico Buarque e Augusto Boal.

(2) Vamos refletir um pouco sobre o trabalho da Cecília Troiano?

(ver a postagem anterior)
  1. Comente uma das seguintes frases:
    a. "ainda são poucos os homens que pegam no 'batente' para ajudar suas companheiras";
    b. "antes de decidir ter filhos, uma mulher precisa colocar numa balança a sua vida pessoal e a profissional";
    c. "o grande receio das mulheres é não conseguir administrar todos os segmentos da sua vida pessoal: a casa, o bebê, o trabalho, o marido";
    d. "Filhos de mães que trabalham terão valores e princípios diferentes".
  2. Responda: por que as mulheres entrevistadas por Cecília sentem culpa?
  3. Responda também à enquete na coluna à direita.

Você pode digitar seus comentários aqui ou enviar suas reflexões por e-mail.

(1) Mães nota dez

Em Vida de Equilibrista, a psicóloga Cecília Russo Troiano analisa a dificuldade das mulheres em harmonizar maternidade e trabalho

Há anos que o perfil e a rotina da mulher já não são mais os mesmos. Hoje, ela é esposa, dona de casa, profissional, motorista, atleta e, além disso tudo, mãe. Para retratar as dificuldades e as realizações dessa nova mulher, a psicóloga, empresária, mãe de dois filhos e escritora Cecília Russo Troiano lançou o livro Vida de Equilibrista — Dores e Delícias da Mãe que Trabalha (Cultrix, R$ 24,65), prefaciado pela jornalista Fátima Bernardes.
Por meio de uma pesquisa organizada em duas frentes de trabalho, a autora promoveu uma série de discussões entre mulheres de diferentes perfis — umas trabalhavam fora e outras, após a maternidade, já haviam abandonado suas carreiras. Numa segunda etapa, Cecília entrevistou 800 mulheres de todas as regiões do Brasil e também conversou com pais e profissionais ligados ao cotidiano das mães brasileiras, como pediatras e educadores, entre outros.
Em entrevista à ler&Cia., a escritora revelou que, antes de decidir ter filhos, uma mulher precisa colocar numa balança a sua vida pessoal e a profissional. "Se, para ela, ser mãe está acima de qualquer coisa, sua carreira poderá esperar", disse Cecília. "Por outro lado, se o seu trabalho for algo fundamental, um filho pode aguardar um pouco mais para vir ao mundo. Em qualquer um dos casos, a decisão não é fácil. É realmente uma questão de prioridades."
Tanto na gravidez quanto no retorno ao trabalho, afirma a psicóloga, os sentimentos se misturam e muitas dúvidas e dificuldades são enfrentadas. "Em ambas as situações, o receio que se tem é pelo novo, pelo desconhecido que está por vir. A vida da mulher e do casal irá mudar completamente — e para sempre", destaca. Para ela, o grande receio das mulheres é não conseguir administrar todos os segmentos da sua vida pessoal: a casa, o bebê, o trabalho, o marido. E é a partir desse momento que a mulher passa a contar com os avós, com a babá, com a empregada e com o marido, que garantirão a sua permanência na profissão. Das entrevistadas por Cecília Troiano, 61% deixam os seus filhos na escola, 43% em casa (com babás ou empregadas) e 24% na casa dos avós.


Culpa versus felicidade
A autora de Vida de Equilibrista salienta que o papel do parceiro é fundamental em todo esse processo, e que a mãe precisa abrir espaço para o pai entrar nessa relação. "É comum mães absorverem para si todas as atividades ou reclamarem do jeito que os maridos fazem as tarefas. Os pais, nesse caso, acabam se desestimulando e é aí que não ajudam mais mesmo." Assim, ainda são poucos os homens que pegam no "batente" para ajudar suas companheiras. "As mães ainda são onipresentes nas atividades que envolvem a criação e a educação dos filhos. Mas creio que vivemos um processo de mudança. Em breve, estaremos com uma divisão mais equilibrada", diz Cecília.
Em relação à criança, Troiano acredita que as mães que trabalham passarão aos filhos um modelo de mulher diferente daquele da que não trabalha fora. "Não digo pior ou melhor, mas diferente. Filhos de mães que trabalham terão valores e princípios diferentes."
Durante sua pesquisa, Cecília mediu a culpa que suas entrevistadas sentiam por trabalhar, e também a felicidade de se realizarem profissionalmente. "Digo que a média da culpa, de zero a dez, foi sete, e a da felicidade, nove. Ainda bem. Creio que as mães que trabalham se sentem vitoriosas e, de certa forma, heroínas. É realmente algo que dá trabalho, mas por outro lado, uma grande satisfação".


ler&Cia. Livrarias Curitiba, Catarinense e Porto. Edição 20 - mai/ jun 08. p. 15.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Marilys lança seu livro!

Não esqueça!
No próximo dia 26, segunda-feira, às 19h, Marilys de Souza Barreto estará autografando seu livro EducAção Sexual: um desafio, uma conquista na Livraria Catarinense do Beiramar Shopping.

É uma oportunidade de encontrar profissionais, educadores, pais e outras pessoas interessadas no nosso tema principal.
É uma oportunidade também, de prestigiar o trabalho da nossa palestrante especial!

Nos vemos lá!

terça-feira, 13 de maio de 2008

Novo Cronograma!

Fique atento!

Em breve você encontrará o material trabalhado no encontro do dia 18 de abril na nossa página, na seção Relatos da Formação.

Estamos à sua disposição, como sempre, para acolher expectativas, reclamações e críticas.

Nos vemos na sexta-feira!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Nota de Júbilo

Nasceu!
Na manhã do último dia 18, o projeto Sexualidade: Debate Aberto deu à luz seu mais novo rebento: a turma 2008.
Apesar de ter se tornado ativa 3 semanas depois da data prevista para o parto, a turma nasceu saudável, com 26 profissionais da saúde e educadores que atuam em diversas comunidades diferentes.
Nas suas primeiras horas de vida, a turma teve oportunidade de explorar o contexto onde nasceu e começou a definir sua identidade a partir das personalidades, dos interesses e dos objetivos de seus integrantes.
Foram dados os primeiros passos em duas trilhas diferentes mas relacionadas: a primeira é a dos encontros presenciais, do contato tête-a-tête estabelecido com as "tutoras" Telma, Marilys e Lucélia; a segunda é a da interação a distância, através do blog, da homepage e dos e-mails.
Já a partir do nosso segundo encontro, quando (1) discutiremos os projetos e planos de ação elaborados pelos profissionais especialmente para suas comunidades e (2) estudaremos alguns aspectos da história da sexualidade, tal como se construiu na experiência do mundo ocidental, poderemos começar a opinar sobre as feições desta turma: será que ela se parece mais com o SUS ou com a musa paidagogía?
Estamos recebendo os cumprimentos e comentários dos amigos nos seguintes endereços:
debateaberto2008.blogspot.com
debate.aberto@yahoo.com.br